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:: CALENDÁRIO SESSÕES - Segunda-feira 21 - Sala 3 |
15h15
(Competição Curtas-Metragens)
Get Happy,
de Mark Payne
(EUA, 2008, 25’) v.o. inglesa s/ legendas
Aos 12 anos, Mark Payne começou a fazer filmes
caseiros de si próprio interpretando as suas
cantoras favoritas: Judy Garland, Liza Minnelli,
Barbra Streisand e Diana Ross. Um ano mais
tarde, trabalhava já na indústria do entretenimento
ao lado de figuras de proa como Bob Hope
e Milton Berle. Dirigido pelo próprio Mark
Payne, e incluindo excertos das interpretações
gravadas durante a sua infância, Get Happy é uma
extravagância musical acerca de uma criança a
quem a mãe e a avó permitiram expressar-se de
uma forma pouco convencional.
(Competição Documentários)
Transformismo no Feminino: Betty Santos,
de Ana Margarida Baptista
(Portugal, 2009, 52’) v.o. portuguesa legendada em inglês

Transformismo no Feminino: Betty Santos tem como objectivos,
não só informar e esclarecer o que é o transformismo
feminino que se faz, actualmente, em Portugal, como
também desvendar e dar a conhecer ao grande público, o
trabalho e a vida da única transformista feminina Portuguesa
no activo. O documentário engloba uma série de entrevistas
a familiares e colegas de Betty Santos, bem como a actores,
antropólogos e psicólogos, cujos inesperados testemunhos
ficam registados em filme. |
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17h15 / PROGRAMA DE CURTAS 3 (82') (Competição Curtas-Metragens) And Thou Shalt Love,
de Chaim Elbaum
(Israel, 2008, 28’) v.o. hebraica legendada em inglês
James,
de Connor Clements
(Reino Unido, 2008, 17’) v.o. inglesa s/ legendas
Tanjong Rhu | The Casuarina Cove,
de Boo Junfend
(Singapura, 2008, 19’) v. o. mandarim e inglesa, legendada em inglês
Yo Sólo Miro | I Only Watch,
de Gorka Cornejo
(Espanha, 2008, 18’) v. o. castelhana legendada em inglês
Em And Thou Shalt Love, Ohad, um soldado ortodoxo israelita
penitencia-se pelo desejo secreto que esconde de todos. Mas quando Nir
regressa do exército, Ohad tem de enfrentar os seus fantasmas. O jovem
James vive perturbado e não encontra resposta à altura, nem na família,
nem na escola. Será um desconhecido que encontra numa casa de banho
pública a solução para os seus problemas? Numa curta que é também um
manifesto, um homem procura reencontrar um outro que conhecera numa
zona de engate de Singapura, antes de uma rusga policial, em Tanjong Rhu.
Julia e Eduardo são um casal de meia-idade, com alguns segredos. Mas,
depois de tantos anos, Julia ainda consegue surpreender Eduardo,
em Yo Sólo Miro. J.F. |
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19h15
(Competição Documentários)
Das Andere Istanbul | The Other Side Of Istanbul,
de Döndü Kilic
(Alemanha, 2008, 82’) v.o. turca, inglesa e holandesa, legendada em inglês

Das Andere Istanbul oferece um olhar nunca antes visto sobre a
diversidade de experiências gay na Turquia e as dificuldades
de auto-descoberta homossexual numa sociedade homofóbica
onde as “outras” orientações sexuais são escondidas,
reprimidas ou enfrentam hostilidade. O documentário
explora como os membros da comunidade LGBT da Turquia
defendem os seus direitos de forma mais confiante à medida
que aumenta a acessibilidade a informação através de novos
meios de comunicação, que adoptam estilos de vida e atitudes
mais ocidentais e que o debate sobre a integração da Turquia
na Comunidade Europeia se torna mais feroz. Do mesmo
modo que para nós, o mundo torna-se mais pequeno todos
os dias para os homens turcos que aparecem neste filme. Mas
infelizmente, ao contrário de muitos de nós, cada um destes
homens vive num país onde alguns temem a mudança e não
se deterão perante nada para manter as coisas tal como estão.
Istambul é uma cidade de histórias. Quando achamos que as
conhecemos todas, é-nos dado ver O Outro Lado de Istambul. |
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21h30
(Competição Documentários)
Wrangler: Anatomy of an Icon, de Jeffrey Schwarz
(EUA, 2008, 82’) v.o. inglesa s/ legendas

Dos primórdios da revolução sexual, surge a estimulante
verdadeira história do ícone gay da pornografia, Jack
Wrangler, que cedo se tornou numa imagem de marca da
indústria do entretenimento para adultos, bem como um
herói do então recente movimento de libertação gay. Jack
Stillman cresceu em Beverly Hills, no seio de uma família
privilegiada, revelando desde novo um espírito sensível.
Ainda criança, Jack quis entrar no mundo do espectáculo.
Formando-se e trabalhando como actor e encenador, quando
o sucesso parecia escapar-lhe da mão, foi trabalhar para um
bar e como bailarino go-go no emergente bairro gay de West
Hollywood. Quando foi convidado a integrar um espectáculo
de strip intitulado “Hot Jocks”, decidiu alterar o seu nome
para algo mais memorável: Jack Wrangler. Na década de
1970, os homens que procuravam ultrapassar o estigma da
homossexualidade viam em Jack um modelo masculino a
seguir. Jack protagonizou alguns dos mais memoráveis filmes
da época, fez mediáticas aparições públicas, tendo mesmo
lançado uma linha pessoal de artigos promocionais. Não
satisfeito com as limitações da indústria pornográfica gay,
deu o salto para o bem mais lucrativo universo da indústria
heterossexual, tornando-se num sucesso ainda maior. Em
Nova Iorque, conhece a legendária cantora Margaret Whiting
e, muito para surpresa de ambos, apaixonam-se. Embora
a sua relação tenha deixado perplexos, quer os amigos
comuns, quer a comunidade gay, o casal ultrapassou todas as
adversidades e permaneceu junto por 30 anos. A história de
Jack Wrangler é uma história de reinvenção e determinação
e, embora tenha encetado posteriormente uma carreira no
Teatro, ele está consciente de que será sempre lembrado
como o Jack Wrangler, ex-estrela pornográfica. |
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0h00 / PROGRAMA DE CURTAS LÉSBICO (Queer Art) Aria de Mustang,
de Katrina Daschner
(Áustria, 2009, 18’) s/ diálogos
Red,
de Monja Art
(Áustria, 2009, 20’) v. o. alemã legendada em inglês
What you see is what you get,
de Stefanie Seibold
(Áustria, 2005, 12’) s/ diálogos
Programa com três diferentes propostas sobre o corpo feminino, politizado. Em Aria de Mustang, de Katrina Daschner, a uma rigorosa coreografia, é-lhe acrescentada a afirmação do desejo. Red, de Monja Art, trabalha o tráfico dos corpos numa narrativa não linear. Já What you see is what you get, de Stefanie Seibold, manipula imagens de um clássico do cinema, construindo um particular olhar a um universo feminino. J.F. |
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